Inseminação Artificial

Baixar custos de produção, adotar novas tecnologias produtivas, inovar para melhor produzir, são alguns dos novos “chavões” da moderna pecuária, e que fazem parte das novas regras de mercado. Aquele que não se adequar, fatalmente ficará à margem do progresso.

Por se tratar de um método de reprodução totalmente realizado pela mão do homem, há necessidade de adoção de meios extremamente corretos. A orientação e assistência veterinária são condições indispensáveis para qualquer programa de Inseminação Artificial.

Muitas fazendas obtiveram maus resultados nos trabalhos de inseminação artificial devido ao não cumprimento desta exigência, levando muitos usuários ao descrédito na técnica. Possíveis falhas que, porventura possam vir a ocorrer, devem ser corrigidas em tempo, a fim de se evitar um prejuízo maior.

É importante que antes do início do programa, todas as fêmeas teoricamente aptas a reprodução sejam submetidas ao exame de seus órgãos reprodutivos a fim de detectar possíveis gestações indesejadas, anomalias do aparelho reprodutivo, ou outros.

As vacas inseminadas devem, em tempo hábil, ser submetidas ao diagnóstico de gestação,  paridas com mais de 90 dias sem manifestação de cios, vacas com cios irregulares, vacas com infecção, vacas que não entram em cio, vacas repetidoras de cio, dentre outras alterações, devem ser avaliadas e acompanhadas pelo veterinário para as providências necessárias.  Fêmeas que receberam duas doses de sêmen e retornaram em cio novamente, devem ser analisadas, pois, a técnica pode estar sendo empregada de forma incorreta.

Todo o inseminador para ter sucesso deve ser rigoroso no horário das observações de cio e de inseminar, anotando todas as ocorrências e dúvidas verificadas em seu trabalho, procurando esclarecê-las com o veterinário, sempre observando os critérios de higiene e limpeza do local.

COMO NOSSO SOFTWARE PODE AJUDAR?
Abaixo algumas das informações que podemos obter com o software a3pecuária:
– Fêmeas em período de espera voluntária (PEV);
– Fêmeas com idade de parição;
– Fêmeas paridas, aguardando exames;
– Previsão de exame e parto;
– Registro dos exames aplicados;
– Estoque e quantidade de sêmen;
– Intervalo entre partos (IEP);
– Mães com cria e em lactação;

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